Vitrine Literária - Jornal Cruzeiro do Vale

Poema sem fim

11/10/2019

Ó poeta, singraste os mares
Levastes do teu País
Os teus encantados versos
Para lá na Europa poderem conhecer-te.

És a pérola peruana
Que atravessou oceanos
Ultrapassou caminhos sem fim
Conquistando,em cada lugar,
Teu lugar de poeta.

Versejaste a vida como algo sublime
Encantaste as noites parisienses
Com teus apelos de paz e consolo
Para os que lutam sempre pela liberdade.

Por isso, poeta dos Andes,
És o segredo escondido
As palavras cerradas
E as melodias inacabadas
De um poema sem fim.

 

Edição 1922

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