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Professor e alunos do IFSC de Gaspar criam ´braço robótico´ - Jornal Cruzeiro do Vale

Professor e alunos do IFSC de Gaspar criam ´braço robótico´

10/10/2018
Professor e alunos do IFSC de Gaspar criam ´braço robótico´

Educação e tecnologia. O campus Gaspar do Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC) investiu na fabricação de um braço robótico que pode trabalhar em ambientes insalubres, tanto com reagentes nocivos quanto em temperaturas mais elevadas. A ideia, encabeçada pelo professor Leonardo Rauta, uniu dois dos cursos oferecidos pela unidade de ensino e envolveu duas estudantes, um egresso e um ex-aluno.

Conforme afirma o professor, o desenvolvimento do protótipo se deu a partir da vontade de inovar nas aulas de programação. “Quando desenvolvemos um programa, a resposta é dada apenas na tela do computador. E isso, muitas vezes, é um pouco desanimador para os alunos. Então, tivemos a ideia de aplicar em um robô”. Ele garante que esse projeto possibilita a abertura de um leque de oportunidades no uso da robótica para o ensino e integração de áreas. “Principalmente na aplicação de alguns conceitos vistos em outras disciplinas, como matemática e física, uma vez que a movimentação de um robô é realizada através de equações trigonométricas”.

Junto com os jovens Ana Júlia Volpi, Edson Marcos da Silva Júnior, Ivan Montibeller e Nayane Dal-Ri, o professor Leonardo destaca que o intuito do grupo foi montar um braço semelhante ao humano e explica de que forma o projeto foi posto em prática. “Utilizamos uma estrutura mecânica de liga de alumínio para prover uma melhor resistência às forças exercidas sobre o robô; atuadores elétricos que permitem a movimentação e geram seis graus de liberdade do braço; e sistema que armazena e controla o deslocamento da peça”.

O projeto

O projeto, iniciado no segundo semestre de 2017, contou com um financiamento através do Edital Nº 20/2017/PROPPI/DAE/IFSC, que seleciona propostas que trabalhem a pesquisa como princípio educativo. O braço robótico micro controlado custou pouco mais R$ 1 mil. Atualmente, a equipe que o desenvolve está focada na elaboração de um aplicativo para celular que efetue a movimentação do braço.

 

Edição 1872
Foto: Guilherme Jubett

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