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Projeto da Igreja Luterana proporciona a Sueca intercâmbio em Gaspar - Jornal Cruzeiro do Vale

Projeto da Igreja Luterana proporciona a Sueca intercâmbio em Gaspar

05/11/2018
Projeto da Igreja Luterana proporciona a Sueca intercâmbio em Gaspar

Conhecer outras culturas, ideias e diferentes formas de pensar. Entre muitos, esses são alguns dos objetivos de um intercâmbio. E esta é a experiência que a sueca Inez Akerback, 19 anos, está vivenciando. Ela veio para o Brasil por meio de um intercâmbio da Igreja Evangélica de Confissão Luterana Brasil (IECLB), chegou a Gaspar no dia 20 de outubro e fica até o dia 1º de dezembro, quando parte rumo a Curitiba, no Paraná, local em que apresentará o projeto resultado dos três meses de integração com os brasileiros. Antes de chegar em Gaspar, a sueca esteve em São Leopoldo, no Rio Grande do Sul e em Santa Maria de Jetibá, no Espírito Santo.

Inez conta que o programa de intercâmbio foi criado na Suécia e que, além do Brasil, também participam Costa Rica, Filipinas e a Tanzânia. Está é a primeira vez que Gaspar está recebendo um intercambista através deste programa.

A experiência

Inez está hospedada na casa de uma família gasparense e conta que a experiência que está vivendo está sendo desafiadora. “Está sendo um desafio muito bom pra mim. As pessoas ficam muito felizes em me receber e, mesmo com as diferenças, conseguimos nos entender”.

Entre as inúmeras diferenças entre os dois países, a sueca destaca algo que chamou sua atenção. De acordo com ela, na Suécia existe mais igualdade entre homens e mulheres. “Por exemplo, lá, dizer para uma mulher que ela deve ir para a cozinha é uma ofensa enorme. Aqui, as mulheres são mais submissas”, deduz. Ela ainda diz que, na Suécia, não existe feminicídio. Assim, a jovem que pretende cursar jornalismo quando voltar ao seu país, escolheu falar sobre este tema no projeto que vai apresentar em Curitiba e, depois, na Suécia. 

Perguntada sobre o que mais gostou no Brasil, a jovem, que é bastante religiosa, afirma que aqui as pessoas têm mais fé. “Estou muito feliz porque percebi que no Brasil as pessoas acreditam mais em Deus, comparando com o meu país. Eu acredito muito em Deus, então me deixa feliz ver as pessoas defendendo isso”. Ela ainda ressalta que no Brasil há mais voluntários trabalhando nas igrejas do que na Suécia.

Para finalizar, Inez afirma que a experiência do intercâmbio está sendo muito positiva. “Essa é uma boa maneira de haver relação e troca de cultura e ideias entre as igrejas Luteranas e os países”.

 

Edição: 1875

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