Da Redação
Por Ana Carolina Bernardes

A situação do trânsito de Gaspar já é conhecida não só pelos motoristas da cidade, mas também por aqueles que precisam passar pelo município para ir ao litoral ou ao Médio Vale. A maioria o define com uma simples palavra: caótico.
Para acentuar ainda mais essa situação, nesta quarta-feira, 6, o trânsito na Avenida das Comunidades foi novamente modificado. Por causa da obra do viaduto, os veículos que seguem em direção a Blumenau precisam usar rotas alternativas. A consequência dessa mudança foi o retorno das longas filas que se formaram pelos principais pontos da cidade.
A partir de agora, a atenção dos motoristas precisa ser redobrada, e a paciência também. Já no primeiro dia, a reação foi a esperada: congestionamentos, reclamações e atrasos fizeram parte do dia. A fila voltou a se formar na principal rua da cidade, a Coronel Aristiliano Ramos, no Centro, na rua Frei Solano, bairro Gaspar Grande, e na Dr. Nereu Ramos, bairro Coloninha. A longa espera deixou novamente os motoristas irritados.
Pior para eles
Os motoristas de caminhões terão que passar pela rua Arnoldo Schramm, entrando no Gasparinho, e seguem pela rua Frei Solano e rua Leopoldo Alberto Schramm, ou seja, farão a rota invertida de quem transita no sentido Blumenau/Gaspar. A maioria dos condutores ficou insatisfeita com a mudança, já que o trajeto será mais longo e o incômodo maior, principalmente para as grandes carretas.
O que se pode perceber é que para entrar nessas ruas ou sair, as dificuldades são grandes, pois o acesso é bastante estreito para esse tipo de veículo. Também devido a esse estreitamento, o trânsito fica ainda mais lento, já que a carreta ocupa as duas pistas impedindo a passagem de veículos por qualquer lado.
Mudanças para os carros
O motoristas de veículos menores também farão o trajeto diferente. Eles deverão seguir pela rua Mário Wanzuita e se deslocar pela ponte à esquerda, a ponte de ligação entre a rua Coronel Aristiliano Ramos e rua Nereu Ramos, e enfrentar as filas formadas em função das obras na Ponte Hercílio Deeke.
A construção
O desvio é necessário para dar continuidade às obras de construção do viaduto, que nesse momento chega à fase de execução do aterro entre a estrutura do viaduto e a ponte Colombo Machado Salles. A previsão para que o trânsito seja liberado neste trecho, caso não chova, é de aproximadamente 30 dias para concluir os trabalhos necessários para dar andamento à obra.
Edição 1395

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