Raul Schiller, PMDB; Luiz Carlos Spengler, PP; Joceli Campos de Lucinda, PSD; Claudionor da Cruz Souza, PSDB; e José Amarildo Rampelottti, PT. Estes foram os vereadores escolhidos para compor a Comissão Parlamentar de Inquérito, que vai avaliar as denúncias de supostas irregularidades cometidas na prestação dos serviços de zeladoria, limpeza, portaria e sepultamento nos cemitérios municipais dos bairros Santa Terezinha e Barracão. A CPI foi instalada na sessão da Câmara de Vereadores desta terça-feira, 5, e os parlamentares têm o prazo de 90 dias para investigar o caso.
A primeira reunião da comissão deve acontecer no início da próxima semana e, além de definir quem serão os presidentes e relatos, também vai definir o plano de trabalho. ?Vamos avaliar as respostas enviadas pelo Executivo nesta semana e verificar se há necessidade de novos questionamentos e então, depois disso, vamos definir quem será ouvido?, explica Claudionor da Cruz e Souza, vereador que propôs a criação da CPI.
Apesar do sistema de trabalho ainda estar em definição, Claudionor acredita que será necessária uma acareação entre representantes do Executivo e da empresa contratada para prestar os serviços, a Say Muller, que até o momento não se manifestou sobre o assunto. ?Também vamos ouvir a comunidade,q eu foi a principal lesada neste caso. E acredito que poderemos contar com o apoio do Ministério Público, que já trabalha na investigação do caso e pode ter novidades a nos apresentar?, afirma o vereador tucano.
Requerimentos
No mesmo dia da sessão, o chefe de gabinete do prefeito Pedro Celso Zuchi, Doraci Vans, protocolou na Câmara de Vereadores as respostas ao requerimento de autoria do vereador Claudionor da Cruz e Souza, que pedia informações sobre o caso dos cemitérios municipais e que não havia recebido respostas até esta semana, motivo que levou o tucano a pedir a instalação da CPI.
Esta será a segunda CPI formada na atual legislatura. A primeira foi criada em 2009, para investigar possível desvio de recursos da Administração de Adilson Schmitt na contratação de uma empresa de transportes durante a tragédia de 2008, porém, foi arquivada e não teve um desfecho.
Edição 1395
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