O Greenpeace e outros ongolóides do exterior gastam o tempo enchendo o saco dos agricultores brasileiros crucificando-os pela produção de alimentos e exigindo que preservem as margens dos rios. Os leigos urbanos que acreditam ser inteligentes vão feito cordeirinhos atrás desses malandros e da tal Marina Silva, porque não enxergam ao seu redor.
Enquanto o agricultor usa a água para produzir alimentos, o homem urbano usa água para lavar calçadas e seu lindo carro de estimação. Enquanto o agricultor usa o trator e caminhão para produzir e entregar os alimentos, o homem urbano usa seu lindo carro para ir à praia comer uma espiga de milho, e entope as ruas todos os dias porque quer dar uma voltinha ouvindo o som no seu possante queimando toneladas de combustíveis fósseis.
Se o mundo está poluído é melhor o homem urbano por a mão na consciência e mudar suas atitudes deixando de usar sacolas plásticas, parar de tomar refrigerante evitando a poluição pelas garrafas PET, mudar seu hábito alimentar para não poluir jogando fora as embalagens de isopor das quentinhas, parar de sufocar a terra com celulares, ipods, ipads, computadores de mesa, notebooks e pilhas, descartados aos milhões como se fossem folhas de árvores, parar de virar as noites em baladas detonando energia elétrica, parar de jogar nos rios e valas pneus, sofás, armários, carcaças de carros, restos de construção e todo tipo de porcaria que produzem. Diminuam o hábito de consumo e as fábricas deixarão de poluir.
O Greenpeace e a Marina Silva caem de pau sobre o desmatamento. Porque não vão na floresta amazônica prender os ladrões de mogno? Talvez os ladrões sejam eles mesmos e querem desviar o foco. Porque não convencem o homem urbano a parar ou diminuir o consumo de carne? Não falam tanto que o boi é responsável pelo desmatamento para formação de áreas de pasto e sua flatulência pela emissão de toneladas de CO²? Não conheço nenhum dono de fazenda que coma sozinho todos os bois de sua propriedade.
Dêem uma enxada para a Marina Silva, para o Greenpeace e essas ONGs verdes, que eles vão enxergar a terra como realmente ela é. Terão que olhar para o chão para capinar e plantar e irão deixar de sonhar com o céu azul. Esse povo urbano que passa o dia atrás de uma mesa no ar condicionado pensa que o leite vem da caixinha do supermercado e ficam fazendo passeatas abraçados a esses espertalhões que não trabalham e vivem tomando seu dinheiro com a desculpa de que é para uma causa nobre.
Vão trabalhar ou fazer algo para tirar a fome e as doenças do mundo.
Roberto Sombrio | Gaspar
Edição 1400
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