Chumbo - Jornal Cruzeiro do Vale

Por Gilberto Schmitt

06/12/2019

Nota de falecimento: Mônica da Costa Schmitt

Com muito pesar, a família Schmitt informa o falecimento da matriarca Mônica da Costa Schmitt, minha mãe, moradora do bairro Poço Grande. Ela faleceu aos 88 anos na quarta-feira, dia 4 de dezembro, por volta das 19h, no Hospital Santa Catarina, em Blumenau, onde estava internada vítima de um AVC.

Seu corpo foi velado na Igreja Santa Clara, no bairro Poço Grande. Após a celebração de corpo presente, o sepultamento aconteceu no Cemitério de Gaspar.

Mônica foi casada por muitos anos com meu pai, José Francisco Schmitt, mais conhecido como Juca Schmitt, que faleceu em abril de 2016. Ela deixa netos, bisnetos, trinetos e 10 filhos: Pedro, Ana Maria, José Alberto (Pinoco), Paulo, Isabel, Gilberto, Valéria, Teodoro, Carlos Rogério e Sônia.

A missa de Sétimo Dia de Falecimento será realizada no dia 10 de dezembro, terça-feira, às 19h, na Igreja Matriz São Pedro Apóstolo.

Comerciantes felizes

Enquanto alguns motoristas criticam a instalação de lombadas físicas nas proximidades do trevo da Parolli, os comerciantes estão felizes da vida. É que depois da construção do binário, aquele local virou uma verdadeira pista de corrida. Foi palco, inclusive, de diversos acidentes. Agora, todos estão mais tranquilos. 

Evitando o pior

Um dos blocos do Residencial Tivoly, no Gasparinho, foi interditado há pouco mais de uma semana pela Defesa Civil. É que a construção estava completamente rachada e causava muito perigo a 16 famílias. O Cruzeiro do Vale foi procurado por alguns moradores para explanar a situação e conversou com a Defesa Civil. Só que o síndico não gostou muito da matéria (que já foi publicada no site do jornal). Ele até ligou direto no meu celular falando o que bem entendia. O engraçado é que ele é uma pessoa bem crítica sobre os assuntos em geral. Mas, quando trata de algo do seu interesse, prefere “que ninguém divulgue”. É só dar uma pesquisada no google quantas interdições de prédios acontecem por aí para ver que esse assunto é sério e merece, sim, ser divulgado. Como diz meu amigo Herculano: Acorda, Gaspar! Acorda, Serlau Antunes!

 

Edição 1930

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