Parabéns
Parabéns aos vereadores pela iniciativa de fiscalizar o dinheiro público. Mas não adianta olhar só pela janela da prefeitura, está na hora dos vereadores saírem nas ruas e fiscalizarem como está a situação dos bairros: como esgoto, ruas, saúde, etc. E ajudar a orientar a comunidade de maneira efetiva, cobrando da prefeitura melhorias para a população de Gaspar.
Adilson de Souza |Gaspar
Parabéns II
Parabenizo a todos (as) do bairro Lagoa, e em especial o presidente Luiz Brassanini e a toda a diretoria do Tamandaré, que conseguiu unir a população para o crescimento coletivo no esporte e na cultura dos cidadãos da localidade, que dá exemplo de união.
Roni Müller | Gaspar
Educação
É só observar o andamento das escolas no início do ano letivo para fazermos uma triste constatação: a educação do nosso país precisa de UTI. Professores encurralados por uma política ignorante, injusta e mesquinha que apenas favorece os que se revestem com a túnica do poder, esquecendo o clamor do povo que precisa urgentemente de boa educação, que, aliás, é um direito de todos. Como podem as autoridades iniciar um ano letivo sem professores? Claro! Com tamanho descaso que fazem do professor, a consequência não poderia ser diferente.
E pensar que ainda tem gente que atira pedras nos professores. Sem contar o estado lastimável que se encontram muitas escolas. Por exemplo, outro dia passei por uma escola aqui na Ilhota e fiquei indignada, mais parecia um presídio do que um ambiente escolar. E o que dizer das condições insuportáveis de calor que todas as crianças enfrentam em sala de aula, na maioria lotadas e sem condição de enfrentar o calor e tudo mais. Será que alguém deixaria assim seu animal de estimação? O que dizer então quando o foco em questão são as nossas crianças e adolescentes? E alguém já observou como está o transporte escolar?
Muitas e muitas vezes com ônibus lotados e sem a menor segurança. E quem garante aos professores condições dignas de trabalho? Que constantemente são ameaçados, feridos e até mortos. Até quando vamos ficar de olhos vendados, empurrando tudo com a barriga? Que tipo de sociedade queremos ser? Ou será que alguém acredita estar salvo das graves consequências que tudo isso acarreta? O resultado já é visível, e só não vê quem não quer. Acredito que está na hora das autoridades descerem dos seus pedestais, vestirem o avental do serviço e devolverem às nossas crianças e adolescentes o que é deles por direito: uma boa educação, com professores dignamente remunerados , amados, respeitados e felizes.
Maria Rosália Corsani | Ilhota
Reajuste dos servidores
Sou servidor inativo e vou ter a minha fatia de aumento dos servidores municipais. Sei que os impostos aumentaram em torno de 10%, será que os percentuais propostos pela Prefeitura serão no mesmo patamar?
Quanto a ausência dos servidores na assembleia que definiu o reajuste, acho normal, os servidores sabem que não terão a mínima chance de mudar a proposta do Executivo. Nos meus primeiros anos de presidente tínhamos o direito de entrar com o ?dissídio coletivo?. Foram muitas brigas na Justiça do Trabalho, garantimos muitas vantagens, inclusive o piso salarial de dois salários mínimos, quando antes era de apenas um salário mínimo. A maioria das vantagens conquistadas, dentro do Estatuto do Servidor, Lei Municipal nº 1305, de novembro de 1990, foram desta época. Hoje os sindicatos são assistencialistas, perderam o direito de ampliar seus salários e suas vantagens; têm que comer um prato feito. Não condeno os dirigentes gasparenses, afinal sou sindicalizado, se não compareci na assembleia, e porque não lí o edital e também não demonstrei interesse. A assembleia é autorizativa, imprescindível para tirar a ¨pauta de reivindicações¨, que deverá ser apresentada ao Executivo. Os sindicatos estão cada vez mais fortes e as conquistas menos expressivas.
Odir Barni | Camboriú
Trabalho forçado
Lugar de marginal é 12 horas na cadeia e 12 horas de trabalho forçado de segunda a segunda. Para resolver o problema da bandidagem é só botar para roçar beira de estrada, abrir valas, trocar tubulação, erguer casas populares, fazer calçamentos, quebrar pedra e outras obras. Depois de um dia de serviço quero ver ter cabeça para planejar crimes.
Pedro Jairo Nicoletti | Gaspar
Câmara de Vereadores
Na reportagem Vereadores indicam execução de obras, do Jornal Cruzeiro do Vale de 18.02.11, apresenta-se uma radiografia das atuações da Câmara de Vereadores nos últimos dois anos. Foram 214 indicações ao Executivo para melhorias necessárias nos diversos bairros da cidade. Uma boa transparência das atuações dos vereadores. Isto, aliás, deveria ocorrer resumidamente todo mês, não só com relação às indicações apresentadas pelos vereadores, mas com base nas ATAS das reuniões semanais da Câmara, sobre todos os assuntos tratados. Isto sim, seria transparência administrativa democrática, que valorizaria e integraria melhor a atuação do vereador com a comunidade. Nisto, um relato das indicações atendidas pelo Executivo, fecharia com grande mérito a transparência democrática da Administração Pública.
Victor Frech | Gaspar
Direito de resposta
Com relação a carta publicada na última edição do Jornal Cruzeiro, gostaríamos de dizer que ?lamentável? existir ainda pessoas que perdem seu precioso tempo para criticar gratuitamente algo de que não conhecem. Por acaso, o leitor que nos criticou sabe no que consiste o ?movimento Consular? do Sport Club Internacional? Trata-se de uma extensão do Colorado Gaúcho nas mais diversas cidades do Brasil e do mundo, respaldadas oficialmente pelo Inter no sentido de reunir torcedores por meio de ações ligadas a marca da Instituição, de maneira saudável e de cunho familiar, que não atrapalha em nada a vida de ninguém e que, pela notoriedade que tem, merece respeito. Não se trata de uma associação ou de uma torcida organizada, e sim de um movimento genuíno constituído de ações em prol do Inter e da região onde se instalou. Quando você diz que ?não nos importamos com o futebol da região?, é porque não tens conhecimento algum a respeito do ?Genoma Colorado?, escolinha de futebol do Inter trazida para Ilhota por intermédio do Consulado Gasparense e que reúne mais de sessenta crianças e adolescentes, estando sendo expandido com um núcleo no bairro Baú nos próximos dias.
E porque não foi criado em Gaspar? Simples... por aqui já existe o Tupi, um projeto sólido e de reconhecimento em todo o Estado, além de uma série de outras Escolinhas de Futebol do mesmo segmento, diferentemente do município vizinho que não tinha uma opção deste porte para o futebol de campo. Falando em Tupi, faço parte do Índio Gasparense como membro de sua diretoria há quase quatro anos, tendo sido realizado neste região a abertura de outros três pólos de treinos para a base, revitalizando toda a estrutura do Estádio, dentre outras atividades que resgatam a credibilidade do Tupi na comunidade.
O Consulado Colorado de Gaspar, dentre outras atividades gasparenses, apóia diretamente, sendo nas pessoas do Sr. Wanderlei R. Knopp (presidente) e Josi R. Prestes (diretor do futebol menor), assim como eu, como membros do Consulado e dirigentes do Tupi. Sabemos muito bem das necessidades que o futebol da cidade tem e trabalhamos praticamente todos os dias por isso, realizando no Alviverde um atividade abnegada, voluntária e sem nenhum retorno financeiro, tal qual no Consulado e no Genoma, preocupados tão somente com Gaspar.
Indiretamente, os demais membros colaboram com o Tupi, participando das atividades do clube promovida pela diretoria, além de assistir aos jogos do time adulto e da base. Reitero que é muito fácil criticar, falar do que não se sabe e nem se conhece, por isso, mas quem não pode ou não quer ajudar eu respeito, mas não aceito de forma alguma é que se fomente discórdia por mera dor-de-cotovelo, tentando diminuir algo que não faz mal há ninguém e que visa tão somente criar vínculos de amizade e confraternização. Convido, caro André, a conhecer o Consulado de Gaspar, o Genoma (Escolinha de Futebol) de Ilhota e nosso trabalho frente ao Tupi; com certeza mudaras de opinião. Te aconselho ainda a conhecer melhor das coisas que fala, para depois se manifestar publicamente. Quanto ao seu triste posicionamento quanto ?lugar de torcedor é no estádio?, prefiro não comentar nada, mas acredito que de agora em diante, teremos vocês nos jogos do time do Tupi, participando da Comunidade em geral, colaborando, assim como nós, com futebol da nossa região.
Rafael Schwartz ? Cônsul do Sport Club Internacional em Gaspar e Secretário do Clube Atlético Tupi
edição 1270
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