O leitor opina - Jornal Cruzeiro do Vale

O leitor opina

15/10/2013 03:43

Mudança da Prefeitura

 

É por isso que existem gestores para a cidade e os agentes fiscalizadores. A compra do prédio da Bunge se paga com o repasse do aluguel como já foi dito. Repassar dinheiro para o hospital novamente: todos sabem que o hospital não é do município e quem comanda é um grupo seleto. Se bem que o povo esquece fácil, o centro de Gaspar é do tamanho de um OVO, meia dúzia de lojas e acabou, os bancos locam imóveis, podem mudar-se, simples. Mobilidade urbana não se faz do dia para noite, a nova ponte está na reta final e a reforma da outra também.

Disponibilizar novas linhas de ônibus é fácil pelo simples fato que a empresa que presta serviço não é pública, (quanto mais linhas + passageiros = R$), por isso que os que criticam não são gestores. Saúde pública, educação e segurança não dependem apenas do poder público, comecem a caminhar ao ar livre, ajudem na saúde, eduquem seus filhos em casa a respeitar as pessoas, a recolher o papel de bala que jogam no chão, a dar a vez, com pequenas ações o ganho é muito maior.

Flávio de Souza | Gaspar

 

Ponto de Ônibus

 

Parabéns Cruzeiro do Vale pela brilhante matéria sobre os pontos de ônibus de Gaspar. Durante muito tempo eu toco na mesma tecla, ponto de ônibus, jardins do município, e placas de ruas deveria ser cuidados e patrocinados por empresas em troca de pequenas propagandas, placas de ruas deveriam trazer o cep da rua no rodapé e o patrocínio de quem bancou, da mesma forma os jardins limpos e com flores, com pequenas propagandas de empresas que estão bancando, isso dá muita moral. Nos ponto de ônibus, além de serem bonitos, com proteção contra intempéries, não poderia faltar aquele som da sua rádio preferida. Utopia?  Não! Falta criatividade e espírito dos nobres edís. Mas, se não tiverem ideias eu as forneço de graça. Enquanto isso, a vida segue.

 

Antônio Carlos Pereira | Gaspar

 

Mudança da Prefeitura II

 

Pessoalmente sou favorável a essa mudança. Até defendemos ela na campanha do Kleber Wan-Dall a prefeito. Entretanto, sabendo que esse assunto implicará em mudanças drásticas para a nossa população, principalmente o comércio local e a população mais carente, essa última que mais precisa dos serviços públicos.

Entendo que devemos discutir e debater melhor essa mudança. Penso e sugiro que esse assunto passe por um plebiscito, uma consulta de todos os eleitores de Gaspar. Como preconiza o art. 100 da Lei Orgânica do Município:

Art. 100. As obras e serviços de grande vulto, que envolvam endividamento considerável e impliquem em significativa alteração do aspecto da cidade, com reflexos sobre a vida e os interesses da população, serão submetidos a plebiscito, a critério da Câmara Municipal, por deliberação da maioria absoluta dos Vereadores. 

 

Carlos Roberto Pereira | Advogado

 

Ponte Hercílio Deeke

 

Dois anos tentando finalizar a obra desta ponte, e é certo que continuarão tentando por mais um bom tempo. Seria cômico se não fosse a dura realidade vivida pelas pessoas da região, que dependem deste trajeto. 

Relatar que o atraso desta obra foi em função da transferência da rede de gás e telefonia ou que os funcionários da empresa responsável estavam desmotivados, e que precisamos ter representantes da comunidade fazendo pressão para agilizar o andamento das obras, é no mínimo ridículo.

Que contrato é esse, que a empresa levará mais do que o dobro do tempo estipulado para finalizar a obra, e em vez da mesma ser penalizada pela incompetência, somos nós os gasparenses que vamos pagar a conta? Realmente esta situação, por incrível que pareça, consegue ficar pior do que já está. Infelizmente fica muito difícil acreditar na competência dos profissionais que nos representam.

 

João Oldair Nicoletti | Gaspar

 

Luto, dor e indignação

 

Que palavras podemos usar para expressar tamanha indignação perante tantas barbáries que estamos presenciando? Saqueiam-nos, humilham, maltratam, nos ferem e tiram a vida. Até quando?

Até quando vamos assistir a esse filme real e de terror que parece não ter fim? Seria esse o holocausto do século XXI? Onde encontrar a solução para coisas tão urgentes e necessárias? Pagamos muito para quase nada e a sociedade se sente impotente para tantos descasos. Acho que não podemos nos conformar com migalhas e esmolas que não levam a outro lugar senão ao holocausto. 

Acredito que a solução só será possível quando políticos usarem para si e seus filhos as mesmas escolas públicas, os mesmos hospitais e planos de saúde, a mesma segurança que oferecem à sociedade que trabalha, paga e os sustenta e quase nada recebe em troca. E para receber, é uma via sacra sem fim. 

Não precisamos e não queremos projetos políticos que se baseiam apenas nas eleições mais próximas, mas sim na solução de problemas que não deveriam nem estar existindo não fosse a ausência total de honestidade e a ganância de alguns, que apropriam do que é de todos. 

Não aguentamos mais tanta violência que assusta a todos nós em todo o Brasil.

 

Maria Rosália Corsani | Ilhota

 

 

Edição 1532

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