Lei da Palmada
Sou contra a Lei da Palmada, recentemente chamada de Lei Menino Bernardo. Primeiramente, o que matou o menino Bernardo não foi uma palmada. Muitas crianças brasileiras, hoje em dia, estão sendo levadas ou desviadas aos mais tristes desatinos.
Drogas, violência, criminalidade, prostituição etc. Se uma palmada for equiparada ao espancamento, então um copo de cerveja deve ser equiparado ao alcoolismo. Ou seja, um adulto equilibrado sabe perfeitamente diferenciar espancar um filho do que é dar umas palmadas quando realmente merecer.
Sou a favor do diálogo, mas nem toda hora funciona. Então, é ?tapa no bumbum?. Não mata ninguém, tornando-se obediente, fazendo valer sua autoridade. Senão, amanhã, quem levará as palmadas são os próprios pais.
Em minha opinião, essa lei servirá para causar interferência, atritos, até inimizades entre vizinhos e parentes.
Lígia Cunha | Gaspar
Vizinhos
Aqui no bairro Bateias eu dei a sorte de estar cercada por pessoas solidárias, preocupadas com o bem-estar do próximo. O Dirceu e a Rose, a Meri e o seu Zezinho, a prima Roza, o primo Zeca, o Lourenço, a Nei, a Bete, a Marina, a Zilda, a Paula... Sem falar na Ivone e na Betina, que desde sempre merecem o meu carinho e a minha gratidão.
Enfim, a todos nós que estamos ligados pelas nossas moradias e encontramos uns nos outros o apoio para vencer as adversidades, demos sorte: isso é raro!
Onde um respeita o espaço do outro, o jardim floresce acima dos muros.
Odete Fantoni | Gaspar
Calçadas
Este tema de calçadas (Cruzeiro do Vale, edição 1616) é muito simples de ser resolvido. Porém, nossos vereadores não trazem o apoio ideal e legal que os seus munícipes merecem, pois em vez de melhorarem os acessos aos moradores em suas ruas fazem melhorias no Centro e deixam as calçadas dos bairros sem nenhum projeto. Um exemplo é a rua Maestro Egon Bohn, no Coloninha, onde surgiu o residencial Milano, o calçamento e cadê a calçada? Ninguém trabalhou com os moradores uma melhoria ou sugestão de calçada. Queremos pagar, mas se no Centro foi de graça, então que nos bairros também seja. Cadê os vereadores? Uma vergonha... Estamos cheios de tapinha nas costas, vamos dar uma passeada pelos bairros, arrumar um projeto decente que mostre o valor que vocês têm. Chega de projetinho para parabenizar os que fazem a sua obrigação, venham nos visitar agora!
Fernando Cabral | Gaspar
Edição 1618
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