O leitor opina - Jornal Cruzeiro do Vale

O leitor opina

02/10/2009 00:00

Chuvas I

Estive em Brasília em uma reunião com a secretaria da Defesa Civil Nacional e acompanhei as notícias das chuvas desta segunda-feira através de familiares e no portal do Cruzeiro na internet. Fiquei muito preocupada quando vi as fotos da retirada de uma senhora de mais de 80 anos. Ela é minha avó. Queira Deus que tudo volte à normalidade dentro o possível.

Tatiana Reichert | Baú

 

Chuvas II

Lamentavelmente, mesmo com reações e ocorrências catastróficas da natureza, parece que muitos ainda não creem em efeitos nocivos ao ecossistema.

Cavamos encostas e morros, desmatamos e abrimos largos caminhos em matas nativas; promovemos o progresso sem planejarmos ou termos visão futura das consequências e impactos ambientais; bloqueamos, poluímos, desviamos rios, lagos, vertentes; lançamos nossos esgotos industriais e residenciais, em todas direções. Achamos que reciclar dá muito trabalho. Preferimos jogar lixo nas ruas e calçadas, nas bocas de lobos e bueiros". É mais fácil, a Prefeitura que os limpe. O curioso é que com esta extrema e equivocada visão, nos dissemos racionais e inteligentes. Cabe a cada um de nós um sério exame de consciência, para não colher os espinhos de seu descaso.

Alceu Torres Junior | Gaspar

 

Chuvas III

O povo do Braço do Baú precisa ser paciente e corajoso para enfrentar os futuros desafios da natureza. Só há uma solução, a volta das florestas nativas nas belas montanhas protegendo-nos dos alagamentos nas planícies.

Cecília Werner | Gaspar

 

Chuvas IV

Boa a reportagem do Cruzeiro do Vale sobre as águas do Vale. Parabéns pela agilidade, nitidez e presença do Cruzeiro neste e em muitos casos de Gaspar e região. Muitas fotos ilustrativas das águas dos últimos dias. Parabéns! Estou sempre observando no Cruzeiro on-line! Parabéns ao Gilberto e equipe.

Frei Benjamim Berticelli | Xaxim

 

Acidentes

Há quase um ano o Cruzeiro do Vale divulgou um vídeo e uma reportagem sobre um acidente na rodovia Jorge Lacerda que provocou a morte de Dulce Vieira (minha mãe). Eu também estava no dia do acidente e até hoje não me conformo e não aceito que o motorista que provocou esse acidente, mesmo com a lei seca, não tenha sofrido nada. Gostaria que vocês voltassem a essa reportagem e levantassem em tese a questão da lei seca na região, o que deveria acontecer com o condutor daquele veículo e assim levantassem a questão se a lei está funcionando aqui no nosso estado. Esse é um pedido de uma pessoa que se desespera a cada acordar sem ter a mãe do lado. Desde já agradeço a atenção de vocês.

Kathyuscia, vamos levantar estas informações e em breve faremos reportagem sobre o assunto. Obrigada por sua sugestão e contribuição.

Fernanda Pereira | Jornalista

Reg. Prof. Mtb/SC 2541

 

 

Greve

Parabéns. Embora a gente saiba que o cansaço maltrata os participantes de uma greve, os motoristas se mantiveram firmes em seu propósito, demonstrando que quando os trabalhadores se unem em torno de uma reivindicação o resultado pode tardar, mas que ele é positivo não tenho a menor dúvida. Que os demais trabalhadores dos diversos setores de nosso município sigam o exemplo desses trabalhadores valentes do transporte coletivo urbano de Gaspar e jamais deixem de lutar por seus direitos, afinal a história dos trabalhadores no Brasil e no mundo está repleta de exemplos de cidadãos e cidadãs que deram suas vidas em prol da causa trabalhista. Mais uma vez, parabéns.

Sergio Almeida | Gaspar

 

Greve II

Resta saber quem vai pagar os prejuízos de que ficou sem o transporte coletivo durante esse período de greve. Mas, apesar do pesares e prejuízos, parabéns aos líderes do movimento que se mantiveram firmes em suas reivindicações. No próximo ano, com certeza as coisas serão mais fáceis para eles, pois mostraram que mantém sua palavra.

E, apesar da chegada da primavera, o tempo descompassado - por culpa de quem será? - traz temporais, ventos e granizo para Santa Catarina, destruindo casas, plantações, estradas, quase cidades inteiras. Faz meio mês que tornados e tempestades haviam devastado algumas regiões do estado, as vítimas nem haviam se recuperado e agora volta tudo, com mais intensidade. A chuva não pára e as encostas começam a deslizar. Os rios estão transbordando e alagando tudo. Aqui e no Rio Grande do Sul, também. Será assim, daqui por diante? Nosso estado, que não tinha ocorrência de tornados e furacões, parece que agora está também na rota deles. Não estamos preparados para isso. Quem está?

O estrago que fizemos na natureza, no meio ambiente, durante muito tempo, poluindo o ar, a terra, a os rios e o mar não ficará impune. A amostra está aí.

Infelizmente nós, os seres humanos, não aprendemos. Com todas as tragédias que tem acontecido nos últimos anos, em função das variações do tempo, parece que não aprendemos e continuamos a agredir a nossa Mãe Terra, poluindo-a de todas as maneiras possíveis. Quando vamos aprender? Haverá tempo? Precisamos responder a essa pergunta. Urgentemente.

Luiz Carlos Amorim | Escritor

Márcio José | Gaspar

 

Nós e o tempo

Kathyuscia Vieira | Itajaí

 

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