Obras
Esta desculpa é bem típica de quem não tem competência e gestão da pasta que dirige. Desde 2005, na primeira gestão do atual mandatário reclamou das bocas de lobo entupidas no início da rua Henrique Hostert e desde outubro de 2009, quando fizeram este asfaltamento ?mandraque? na rua, deixaram os canos de água do Samae expostos e as bocas de lobo fechadas. Será que ainda não deu tempo de resolver o problema? E desde de 2005 o Sr. secretário já conhece o problema e faz de conta que não sabe de nada. Deve ser aquele vírus que ataca o chefe maior, aquele de Brasília, ?Não sei de nada, não vi nada!?. Haja paciência com esta gente!
Paulo Henrique Hostert | Gaspar
Sem área
Há alguns dias li uma nota de um leitor sobre a falta de sinal de antena de celular na rodovia Ivo Silveira para poder comunicar o acontecimento de um acidente. Recentemente, nesta rodovia, observei no meu carro um pneu furado, como tenho seguro com cobertura especial para mulher, automaticamente peguei meu celular e não consegui ligar, porque não havia sinal na área. Então a pé pela rodovia saí a procura de ajuda e ainda tive sorte porque era dia. Conseguem imaginar uma mulher nesta situação à noite? Assim como eu, quem mora próximo ou utiliza esta rodovia que liga importantes cidades para estudar ou trabalhar, é lesado pela ausência de um serviço básico de telefonia nos dias de hoje?!
Maria Aparecida Souza Pires | Gaspar
Parabéns
A Copa Kart Chicletinho é muito bem organizada pelo meu amigo Alex e fico feliz por esta competição ainda existir graças a ele, um amante do automobilismo, e tenho orgulho de estar na história da competição onde participei das cinco primeiras edições. Um abraço e parabéns ao Jornal Cruzeiro do Vale por sempre trazer informações da competição.
Marcio Batista | Gaspar
Comunicado
A Escola de Educação Básica Professor Honório Miranda comunica que de 26 a 30 de abril estará realizando o conselho de classe participativo. Pais ou responsáveis estão convidados a participar do conselho que acontecerá durante o período de aula, conforme cronograma recebido pelos alunos. Pais, sua presença na educação de seus filhos é a garantia de uma educação de qualidade.
Equipe Gestora | Gaspar
Secretaria de Saúde
Secretário de Saúde, Francisco Hostins Júnior, parabéns pela atitude de mostrar claramente o que aconteceu, porém, seria de boa índole que de alguma forma fosse ressarcido aos cofres públicos o prejuízo financeiro e cobrando dos responsáveis, pois é normal faltar energia em Gaspar e até hoje não ter nenhum sistema de prevenção é mesmo um total absurdo. Espero que o Hospital de Gaspar não esteja tão vulnerável.
Pedro Jairo Nicoletti | Gaspar
O mundo mudou
Renomados intelectuais vêm debatendo constantemente e se aprofundando (reflexão crítica) sobre o tema da ?mundialização? com diferentes percepções onde se constata que o processo de globalização avança em tempos e direções diversas, sendo extremamente contraditório, pois promove a modernização (?encantamento tecnológico?) de um Estado, porém torna a ?sociedade padronizada e hierarquizada?, transformando a economia, a política e a cultura de um país (?homogeneização cultural?), com uma nova realidade. A ?mundialização? não deve ser nem apaixonadamente exaltada nem radicalmente combatida, precisando ser refletida e debatida por todos.
Os favoráveis enfatizam que a ?mundialização? é um fenômeno que conquista espaços e sociedades, ?enriquecendo o planeta sob os pontos de vista científico, tecnológico, humanitário e cultural?, dando a impressão de que ?a Terra encolheu?, face à rapidez com a qual se efetuam as interações entre o local e o mundial, trazendo ?melhoria econômica para muitas pessoas?, constituindo-se numa ?força poderosa na promoção do bem-estar social (real melhoria coletiva)?.
Os contrários alegam que a ?mundialização? permanece estritamente no terreno da dominação, face o processo de integração global que se intensifica nas últimas décadas se baseia estritamente na ?predominância do aspecto econômico?, impondo a todas as outras atividades, ?sem distinção de fronteiras, de natureza ou de qualidade (desrespeito às diversidades)? e propondo apenas um modelo (?uniformização?), ?globalizando até tornar idêntico aquilo que é dessemelhante por natureza?, onde a maioria dos cidadãos ?perderam seu mundo sem com isso ganhar a aldeia prometida?, gerando o desenvolvimento da desigualdade, exclusão e da injustiça social. Qual a sua opinião? A ?mundialização? é mais produtora de benefícios ou de desgraças? É possível ?um só mundo, um só caminho??
Marioly Oze Mendes
O crime da omissão
Vejo as matérias sobre a tragédia no Rio, assim como a crônica da Ruth de Aquino, e todos dizem a mesma coisa que eu já vinha dizendo na minha crônica ?O poder público e as áreas de risco?, publicada no blog Crônica do Dia ? http://luizcarlosamorim.blogspot.com, no dia 8: foi crime. O que aconteceu foi crime, do mais grave, perpetrado por administradores das nossas cidades, e não é só de Niterói, do Rio. É o mesmo de muitos outros governos também, que não fizeram seu trabalho mais básico, que é prevenir tragédias que podem vitimar a população. A omissão e o descaso foram as armas do crime. Os dirigentes de nossas cidades dizem que não conseguem remover as pessoas que invadem as áreas de risco. Pois não deveriam ter autorizado, desde o início, a ocupação de qualquer área sabidamente condenada, como as que estão deslizando. A função do poder público é essa. E não digam que não autorizaram, pois há luz, água, telefone, cobrança de IPTU, esgoto (sem nem mesmo haver esgoto, em alguns lugares) e lixo (não é irônico?), nas famigeradas áreas condenadas. E quanto a tirarem as pessoas dos locais de risco, se tirarem antes que todas elas sejam vítimas do pouco caso e da desumanidade daqueles em quem votamos, essas pessoas devem ser colocadas em local seguro, e não largadas na rua, sem ter para onde ir. Mas a eleição está aí. Será que vamos saber votar, sacando fora esses administradores incompetentes que aí estão? O problema, um grande problema, é saber que há a probabilidade de não termos candidatos decentes em quem votar. Aí sobra uma única alternativa, a de anular o voto para que percebam que não estamos satisfeitos com o atual estado inaceitável de nossa administração pública. Porque as coisas têm que mudar neste nosso país. É urgente. Senão, muito mais pessoas morrerão, vítimas de tragédias provocadas, armadas, anunciadas.
Luiz Carlos Amorim
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