Senhor editor,
Gaspar completa no próximo dia 18 de Março, 75 anos de emancipação. Depois de 75 anos a população está revoltada com o prefeito que em apenas dois meses de gestão mostra incompetência. Não sei qual a surpresa. Na gestão anterior de Celso Zuchi por acaso foi diferente? O mal do homem é a vingança, e Celso Zuchi retornou porque acreditavam que esse é o cara. Nunca esqueçam que o PT é só isso, nunca trouxe nada de novo, maquia tudo o que faz, esconde sempre que pode e fala em transparência.
Lula não fez nada do que prometeu, Décio Lima em Blumenau não fez nada do que prometeu e Celso Zuchi também não está fazendo nada do que prometeu. O hospital vai reabrir e não terá ali um dedo deste prefeito. O município precisa ser reconstruído e cadê o Sr. Celso Zuchi que deveria montar plantão em Brasília de braços dados com a senadora Ideli Salvatti na busca de recursos? Bem! A senadora também é do PT. O presidente Lula está sempre viajando e diz que a crise é só uma marolinha e Celso Zuchi está em todas as festas da região enquanto o município se afoga na lama.
Se eu tivesse perdido minha casa na tragédia de Novembro já teria pego minha trouxa e estaria morando na Prefeitura. A demora para se resolver questões urgentes neste município e neste país é uma vergonha.
Quantos 75 anos mais serão precisos para que se tenha um município de verdade e não apenas um bolo de sete andares? Não precisamos de bolo. O município já é, em dois meses, um imenso bolo e pelo jeito vai embolar ainda mais.
Roberto Sombrio
Gaspar
Senhor editor,
Hoje, uma vez mais, me dirijo até esse querido meio para expressar uma saudação desde o mais profundo do meu coração e minha lembrança. É para minha querida cidade natal, Gaspar, por motivo de seu novo aniversário.
Como um povo é o reflexo vivo da sua gente, quero felicitar a todos os gasparenses, pela dedicação e amor com a qual fazem de Gaspar uma cidade pujante e linda. Quero deixar a todos um forte desejo de paz e força para seguir fazendo crescer sempre, mais e mais, essa querida terra.
Me deixa muito orgulhosa o fato de haver nascido em Gaspar e levar o seu nome onde quer que vou. Parabéns Gaspar! Felicidades a todos os gasparenses!
María Luci dos Santos
Luján, Argentina
Senhor editor,
Foi simplesmente maravilhosa a apresentação do Coro Misto Santa Cecília no domingo à noite na Igreja Matriz. Foi algo extraordinário, realmente um presente para nós, gasparenses.
A igreja lotada aplaudiu de pé os encantadores componentes do Coro. A expressão de cada um transmitia uma emoção única que se fundia harmoniosamente, brindando a todos com um repertório magnífico.
Parabéns a todos, especialmente àquele lindo garotinho que timidamente contribuiu para o espetáculo.
Nestes momentos me sinto mais orgulhosa ainda de ser gasparense.
Elke Moser
Gaspar
Senhor editor,
Venho por meio deste relatar a minha indignação com dois fatos ocorridos no Baile do Hawaii. Minha filha e o namorado foram ao baile, estavam dançando e se divertindo quando uma gangue de marginais se aproximou e começou a apontar para eles, que nada tinham feito.
Ao ver que estavam sendo perseguidos, ela e o namorado saíram dali de perto deles. Quando chegaram na porta do salão foram surpreendidos pelos rapazes.
Nem falaram nada, saíram dando porrada e jogaram o rapaz, que já tem um problema na perna decorrente de um acidente, e deram chutes e pontapés na cabeça.
Aí vem a minha maior revolta. Os "seguranças" vieram, pegaram os agressores e o namorado da minha filha, e pior que isso, a menina também, e simplesmente jogaram na rua. Lá na rua os caras pegaram o rapaz de novo e ela gritava por ajuda e os seguranças nada fizeram.
A senhora que cuidava da bilheteria foi quem acudiu o rapaz, colocando ele para dentro da sociedade novamente.
Aí vem a maior raiva: os "seguranças" jogaram o rapaz na rua de novo. A mulher da bilheteria e o motorista da ambulância é que defenderam o rapaz, que apanhava inocente (eram seis batendo em um, pura covardia). A ação dos seguranças foi, no mínimo, repugnante.
Fomos à Delegacia e registramos um Boletim de Ocorrência contra os agressores, seguranças e a Sociedade Canarinhos.
Pior que isso é saber que um evento desse porte não tinha nenhuma segurança (detector de metais ou uma revista ao entrar no evento) muito menos a polícia por perto.
A polícia foi chamada, mas não havia nenhuma viatura por perto. Aí eu pergunto: qual a segurança que existe para nossos filhos? Ou os nossos filhos terão que viver trancados dentro de casa?
Fátima Prebianca
Gaspar
Senhor editor,
Precisa-se da doação de uma geladeira para um homem separado, com dois filhos para sustentar, desempregado e que no momento não tem condições para comprar, pois pagou aluguel.
É pela força de vontade dele de cuidar dos filhos que tomei a iniciativa de procurar o jornal, para ver se alguém pode ajudá-lo. Me admira uma mulher abandonar os dois filhos e deixar toda esta responsabilidade ao marido. Ele precisa de mais ajuda, mas o que tem mais necessidade é de uma geladeira para refrigerar seus alimentos. Obrigado.
Ademir Bunn
Gaspar
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