31/08/2020
Governador do Rio de Janeiro, o ex-juiz Federal Wilson Witzel, PSC, mais um membro da “nova política”. Ele rebate as acusações e se diz vítima do circo político da velha e dos velhos políticos que estariam na oposição. Foto é uma reprodução da entrevista coletiva transmitida pela Globonews
O Brasil vem sendo assombrado pela corrupção que se estabeleceu como rotina e escândalos durante a pandemia da Covid-19. E só está sendo percebido mais amiúde nesta área e neste momento, porque os que operam na Saúde – seja no ambiente público como no privado - foram açodados, descuidados e gananciosos e oportunistas demais naquilo que se apresentou, repentinamente, para eles.
Os operadores desse tipo de crime hediondo possuem métodos, são sistemáticos e estão organizados numa máfia antiga, perigosa, ardilosa, embrutecida e cada vez mais ampla. Falta uma Lava Jato para este setor. Seria tão escandaloso e bilionário como o que se apurou, por exemplo, no Petrolão.
Esses mafiosos não apenas dominam o ambiente político, administrativo e à complexidade jurídica, como são alimentados por laboratórios, produtores de equipamentos, remédios e materiais de todos os tipos incluindo próteses. No rol também estão “organizações” que se “especializaram” em fornecer serviços, gerenciamento técnicos contínuos ou emergenciais a Hospitais sob domínio público, as chamadas Organizações Sociais. Elas, em alguns casos, têm se mostrado verdadeiras “universidades” de malfeitos para o enriquecimento de poucos.
A Covid-19 – pela demanda urgente, emergencial e de calamidade - fez esses atores, criminosos silenciosos, saírem do conforto e se descuidarem como nunca tinham feito antes.
Eles ficaram expostos em vários municípios e estados. Vão desde o administrador público, passa por intermediadores comerciais, médicos, especialistas neste ambiente de gestão, bem como os responsáveis para a proteção especializada de contratos ou de defende-los no caso de algum metido os levarem ao âmbito jurisdicional. Os novos entrantes e gente do meio médico que não que não quiseram pactuar com essa esbórnia também são alvos dessas quadrilhas.
Não precisamos ir tão longe como o Amazonas, Distrito Federal, Goiás, São Paulo, Ceará e outros, ou mais recentemente, o Rio de Janeiro.
Podemos ficar no escândalo do Hospital de Campanha de Itajaí – que quase se esqueceu e que foi abortado logo que se soube da maracutaia armada – ou nos dos respiradores, caros, fora do padrão técnico para a finalidade necessária, pagos adiantados, sem caução e garantias para o Estado, e praticamente não recebidos dos intermediários desqualificados e do fornecedor chinês que também não foi avaliado com a mínima diligência e propriedade obrigatória em qualquer ambiente decente de compra especializada.
O resultado disso tudo, não é uma invenção da mídia irresponsável, da extrema imprensa – o apelido pejorativo que os bandidos dão para a imprensa livre e investigativa - e que em Santa Catarina a RBS praticamente a dizimou quando da sua passagem por aqui nas décadas passadas, ou de políticos da oposição, que supostamente vivem de contínuos discursos negativos, como se frequentemente alega.
Trata-se de algo bem claro, que está sendo desvendado numa CPI na Assembleia Legislativa e da qual o governador Carlos Moisés da Silva, PSL, eleito exatamente para não cometer esse tipo de erro, dúvida ou impropriedade administrativa com o dinheiro dos pesados impostos dos catarinenses e brasileiros – sim porque há verba Federal neste ambiente - práticas que se imputava aos velhos políticos, pode pagar um preço caro, seja pela omissão na liderança do processo, seja pela companhia de gente marcada por erros que ele próprio trouxe para auxiliá-lo a governar.
A PORTEIRA SE ABRE É EXATAMENTE NOS MUNICÍPIOS
Escrever mais sobre este assunto em outros estados e até mesmo do que se passa no governo de Santa Catarina, é chover no molhado, é malhar onde há gente com mais propriedade para expor essas feridas. É principalmente, desviar-se da nossa aldeia, que é o retrato do início da maioria dos erros, onde tudo começa, foco dessas quadrilhas para fugirem das investigações, da imprensa bisbilhoteira, cujo resultado se esconde por diversas artimanhas do poder e do jogo bruto das vantagens indevidas desse tipo de “negócio”.
Querem um exemplo desse tipo de porteira aberta onde pode passar um boi, como uma boiada, ou até nada?
O que estava no relatório da Prestação de Contas de 2018 do prefeito Kleber Edson Wan Dall, MDB, ao Tribunal de Contas do Estado que que foi aprovado recentemente pela unanimidade dos vereadores gasparenses? “Ausência de encaminhamento do Parecer do Conselho Municipal de Saúde, em desatendimento ao que dispõe o art. 7, Parágrafo Único, I da Instrução Normativa n. TC- 20/2015 (item 6.2 do Relatório DGO)”.
Depois de muito insistir, o relator da matéria na Câmara, o governista Silvio Cleffi, PP, que é médico, que também já experimentou sem muito sucesso ser da oposição ao governo Kleber quando foi presidente da Câmara onde queriam lhe passar uma rasteira, obteve a seguinte resposta por ofício da Controladora Geral, Juliana Muller Silveira:
“Quanto ao subitem 2.2 e 2.3 que citam a ausência de Parecer dos Conselhos Municipais de Saúde e o do Idoso [tinha o mesmo defeito de origem que o da Saúde], informamos que à época, foram encaminhados ao Tribunal os pareceres assinados apenas pelos respectivos presidentes dos conselhos. Porém, pela falta de assinatura de todos os membros do conselho nos pareceres e sem a presença da ata para comprovar que a aprovação das contas foi deliberada pelo conselho e não somente pelo presidente, o Tribunal rejeitou os pareceres enviados e os consideraram ausentes. Entretanto, cabe ressaltar que no referido exercício houve aprovação das contas realizadas pelos dois conselhos, sendo registradas em ata e assinada por todos os membros. Seguem anexos os Pareceres enviados ao Tribunal e suas respectivas atas”.
Eu poderia parar por aqui, pois se trata de um retrato irretocável da “gestão exemplar” de Kleber e seus “çabios”.
Mas, vou adiante por se tratar das tais porteiras abertas que mencionei anteriormente, abertas exatamente para as dúvidas que o próprio Tribunal teve que repreender e a prefeitura, à obrigação de “consertar”, naquilo que é simples, óbvio e necessário para quem administra com zelo, seguindo as regras comuns, um município – e quis isso ao se lançar candidato a prefeito – e por isso, deve continuadamente transparência e publicidade à cidade, aos cidadãos e cidadãs.
OLHOS FORA DO FOCO ADMINISTRATIVO
Primeiro, a normativa é 2015. Então soa falsa a propaganda, que oficialmente se faz e se polui nas redes sociais de amigos obrigados a difundi-la aos incautos para continuarem empregados no poder plantão, de que a prefeitura de Gaspar é um exemplo e modelo administrativo nacional. Menos. Conta outra. Só analfabetos, ignorantes e desinformados podem acreditar nessa propaganda de botequim.
O TCE vem desmentindo isso não só nos relatórios anuais, mas em outros pareceres como se evidenciou na CPI da drenagem da Rua Frei Solano em que a equipe de Kleber colocou os defeitos para debaixo do tapete.
Segundo. Kleber e sua equipe estavam prestando contas ao Tribunal pelo segundo ano consecutivo. 2017 foi o primeiro. Então já deviam estar preparados para este mínimo e óbvio de rotinas e de exigências. Não deviam passar essa vergonha e ainda aumentar as dúvidas sobre o procedimento exigido.
Terceiro, como se alega no ofício enviado pela Controladora em nome de Kleber à Câmara, havia ata e pareceres assinados pelos membros dos respectivos Conselhos como manda a normativa em vigor.
E se havia, então a pergunta que não quer calar é: qual seria mesmo à razão de se ter enviado a prestação de contas ao TCE sem essas atas e com os pareceres assinados apenas pelo presidente de cada Conselho [Saúde e Idoso] quando poderia de pronto ter enviado os adequados e exigidos pela norma? Incrível! Fizeram dois trabalhos; preferiram o errado e no mínimo, passaram vergonha, mais uma vez.
Esta é uma pequena amostra de como os cidadãos escolhidos pela sociedade ou principalmente pelos poderosos de plantão para comporem os Conselhos em nome da comunidade, abrem as porteiras e não fiscalizam aquilo que está sob sua obrigação e à frente de seus narizes.
Quando não fazem isso, perdem os cidadãos e cidadãs nos seus pesados impostos. Pior, de forma mais dura e doloridamente os pobres, os doentes e os vulneráveis. Abrem-se espaços para as dúvidas que nunca se consertam e principalmente, para os oportunistas que atuam em bando e máfia organizada no ambiente da Saúde Pública, como vem demonstrando amplamente as investigações do Ministério Público e das polícias em mais diversos estados e municípios.
Essa gente não tem piedade do escasso dinheiro público. Elege como inimigo a imprensa, onde não se envergonha de colocar censura, inclusive via os tribunais, exatamente para conseguir ficar mais livre e facilmente conseguir os seus intentos operacionais e lucrativos contra a doença e a morte dos outros.
Deve-se lembrar, que a secretaria de Saúde, por meio do Fundo Municipal de Saúde, possui o maior orçamento de Gaspar, exatamente porque inclui o Hospital de Gaspar – cujo dono ninguém sabe quem é. É tão errática a sua gestão, que ao curto tempo do governo Kleber já teve quatro administrações, incluindo a atual Organização Social, levada para lá sob o manto da intervenção municipal. Acorda, Gaspar!
O ex-prefeito Adilson, ex-MDB (o primeiro da esquerda para a direita), é acusado pela direita de ter se infiltrado a mando do governo Kleber, MDB (o segundo da esquerda para a direita), “fortalecendo” o PL e mudando a liderança do DEM, para depois da impossibilidade do calendário eleitoral, implodir a sua arquitetura em benefício do atual poder de plantão. Sérgio Almeida e Rodrigo Althoff (respectivamente o terceiro e o quarto da esquerda para a direita), tardiamente se deram conta e tentam consertar o barco em movimento.
Na sexta-feira à noite as redes sociais em Gaspar foram inundadas por fotos que mostravam o encontro dos presidentes e pré-candidatos a prefeito de Gaspar, Rodrigo Boeing Althoff e Sérgio Luiz Batista de Almeida, respectivamente do PL e PSL.
Não foi o primeiro encontro entre os dois. Sérgio já tinha procurado Althoff. Desta vez, Althoff foi ao encontro de Sérgio, com uma pesquisa debaixo do braço e algumas alternativas. Não definiram quem será cabeça de chapa.
Entretanto, acordaram que deverá ser alguém de um dos partidos, pois o DEM não abre mão de comandar o processo como deixou claro em encontros paralelos com membros do atual PL.
O Patriotas, de Marciano Silva, que já foi da executiva do PSL gasparense, sinalizou que estará junto nesta possível aliança.
O PSL e o Patriotas estão mais estruturados e estão mais tempo na rua em campanha. O sindicalista, o funcionário público municipal licenciado, o evangélico como Kleber Edson Wan Dall, MDB, o ex-vereador pelo PSDB, o ex-candidato a vice-prefeito pelo PL na chapa com a emedebista histórica, a ex-vereadora e atuante como poucos nos bastidores do governo de Kleber, Ivete Mafra Hammes, Sérgio Almeida, é o único até agora, que verdadeiramente vem expondo as dúvidas e confrontando o modo de governar de Kleber, o que quer se reeleger.
Sérgio está em vantagem nesta suposta aliança, mas encontra resistência de alguns que se dizem da nova direita e do conservadorismo. Tanto Sérgio como Althoff terão que fazer ajustes e provar que não são o mais do mesmo, reconheceu Rodrigo Althoff após o encontro.
“Precisamos aglutinar, unir ter forças e principalmente mostrar que é possível se fazer um governo diferente. O candidato ideal não existe. Cada um terá que ceder”, adverte Althoff, inclusive para os seus.
A par disso, o engenheiro, professor, ex-vereador pelo PL e também ex-candidato a vice-prefeito do próprio Kleber, quando ele perdeu a corrida em 2012, Rodrigo Althoff, ainda precisa fazer a própria lição de casa. Ele luta contra a novidade PL que lhe caiu nas mãos, e que no dia a dia viu que não é fácil de dominá-la, como fazia no tempo do PV, o partido que lhe projetou na vida política.
E por que?
Quem usou e “moldou” o PL de Gaspar para os conservadores como ele está agora, foi o ex-prefeito Adilson Luiz Schmitt, sem partido, mas nascido no MDB e com passagens meteóricas no PSB e PPS.
ARMAÇÃO DE ADILSON PARA KLEBER E O MDB
Adilson fez o trabalho insano de estruturar o PL e do nada, ele sumiu, exatamente quando precisava fazê-lo funcionar. Agora, nos bastidores, Adilson estimula à saída dos que ele cooptou para o PL. E fez isso, cirurgicamente, retirando as mulheres, entre elas a sua própria irmã, a professora Viviana Maria Schmitt dos Santos. Se as mulheres desistem, a cota dos candidatos homens diminui e a campanha fica manca.
E isso obrigará a ex-vereadora Andreia Simone Zimmermann Nagel, se continuar na corrida eleitoral deste ano, não ser candidata à prefeita – a carta na manga que se tinha no lado dos conservadores -, mas a vereadora, para segurar a barra da cota mínima obrigatória de mulheres para o PL.
Algo semelhante aconteceu com o DEM, onde o próprio Adilson se filiou depois de “longo inverno” sem filiações. De lá, foi defenestrado, em horas, pelo presidente que ele próprio ajudou a colocar nesta função dentro da Comissão do DEM em Gaspar. O candidato a prefeito do DEM que está na praça foi o que Adilson arranjou, conforme conversa de whats que ainda tenho registrada.
Hoje, sabe-se que Adilson, trabalhou de forma disfarçada para o MDB para dividir as forças da direita e conservadoras que poderiam fazer frente tanto ao esquema de poder que domina a prefeitura de Gaspar quanto ao do PT.
No fundo, Adilson trabalhou para a estratégia emedebista, ou seja, a de ter o PT como único opositor e como o partido está desgastado pelos escândalos antigos e nacionais, ficaria fácil miná-lo por aqui no discurso padrão e manjado.
Se Adilson fez a sua parte no jogo político para favorecer do MDB que quer permanecer mais quatro anos com Kleber na prefeitura. E o MDB não parou de atuar nos bastidores.
ALTHOFF TENTA DESFAZER O NÓ
Um dos caminhos a favor de Kleber está com o deputado estadual, Ivan Naatz – amigo pessoal de Althoff e desde os tempos do PV. O deputado notório adversário do governador Carlos Moisés da Silva, PSL, não quer qualquer tipo aliança com o PSL daqui por conta disso.
Naatz já esteve em Gaspar em audiência privada com o prefeito Kleber e os seus, sem avisar ninguém do PL daqui. Depois disfarçou o mal-estar naquela época, disse que foi um erro, mas agora Naatz está acentuando a sua contrariedade com esta possível aliança com o PSL. É que Naatz é candidato a prefeito em Blumenau e o alvo é Moisés, algoz dele na CPI dos respiradores onde é o relator dela na Alesc.
E esta é a missão que Rodrigo Althoff tenta recuperar esta semana. É delicado. E nesta segunda-feira, Althoff e seu grupo rumaram para Florianópolis para um encontro com membros da executiva estadual do PL, incluindo o próprio Senador Jorginho Mello.
E por que é delicado? Porque em outra frente, o desgastado deputado Ricardo Alba, PSL, de Blumenau, tenta costurar apoio ao embretado governador via o MDB na Assembleia. E entre as reciprocidades, estaria a do PSL não ter candidatos em alguns municípios catarinenses, entre eles, Gaspar. Já dei essa informação aqui. E Sérgio já disse que no caso dele não obedeceria a esta determinação estadual.
Ora se o MDB de Gaspar está wquase quatro anos no poder, fez da prefeitura uma máquina de votos com o emprego maciço de cabo eleitorais como comissionados, do que exatamente ele tem medo? De nomes como Sérgio Almeida e Rodrigo Althoff. Então, alguma coisa grave falhou durante este tempo todo no poder de plantão.
A DIREITA NÃO SABE O QUE QUER OU DISFARÇA NO JOGO POR KLEBER
O DEM por sua vez, com um candidato identificado com Kleber e principalmente o grupo do PSDB que dá apoio a Kleber, não consegue deslanchar. Por isso, vai perdendo apoio na própria comissão provisória.
E nas conversas que membros da Comissão tiveram com representantes do PL e PSL, estão resolutos. Só aceitam apoio do PL, Patriotas e PSL. Não abrem mão da cabeça de chapa em uma aliança conservadora e uma terceira via possivelmente viável, mesmo com as desavenças ideológicas entre os vários grupos que a compõem e espalhados pelo PSL, Patriotas e PL.
O que está claro? Que o PL caiu numa cilada armada por Adilson Luiz Schmitt e agora, tenta sair dela. Que o PL é capaz de abrir mão da cabeça de chapa num projeto consistente da direita e dos conservadores. Que o PSL, ao menos inicialmente, sinalizou isso timidamente, e pela voz do próprio Sérgio Almeida, que até pode não ser candidato, desde que haja um consenso e um fortalecimento do grupo. Simbolicamente, pelo menos fez um gesto.
Por outro lado, o DEM, articulado desde Blumenau, por João Paulo Kleinubing, que também vai ser candidato a prefeito, só estará na disputa se for cabeça de chapa, mesmo com notórias dificuldades para fazer conhecido o seu candidato e até mesmo montar uma nominata para uma corrida à Câmara. Se não der para se alinhar a PL, PSL e Patriotas, diz que vai sozinho mostrar a sua força e que nas pesquisas, até o momento, não passa de traço.
Resumindo. A partir de hoje e até o final desta semana vai se saber o que era sonho, o que era blefe e o que é possível. Acorda, Gaspar!
Os defensores do futebol de patotas ainda proibidos no estado alegam que há discriminação, pois o futebol profissional está liberado. Mas, esta não é a questão. Há um decreto em vigor, sendo descumprido e praticamente só em Gaspar
A leitora da coluna e que se identificou como Fabíola Mattos, interagiu e inteligentemente com os meus escritos. Ela escreveu na área de comentários da coluna no portal do Cruzeiro do Vale, o mais acessado em Gaspar e Ilhota, o seguinte, para sobrepor a duas notas da sessão Trapiche, na Olhando a Maré feita especialmente para a edição impressa de sexta-feira do jornal, há 30 anos em circulação por aqui.
“Sobre o futebol das patotas, muito mais simples é a POLÍCIA CIVIL abrir um inquérito e intimar os chefes de cada grupo; só buscar nas redes sociais e nas páginas dos jornais locais (como aqui no Cruzeiro do Vale). Uma ação rápida e preventiva, bem melhor que esperar as aglomerações acontecerem; pois cada chefe ou responsável ficará ciente das penalidades que irá sofrer caso descumpra o Decreto Estadual”.
Boa. Eu respondi na mesma área e no mesmo sábado algo que dei mais uma enxertada para se transformar no artigo desta segunda-feira, ainda não sabendo do desfecho que esse assunto oficialmente tomou ou tomaria. Valem o exemplo e a lição.
Fabíola: você escreve que é muito simples resolver este assunto em que Gaspar desafiou a lei, a norma, a regra, no que tange ao futebol de patotas e que em muitos casos, nem juiz há, exatamente porque todos conhecem a regra geral do futebol e a respeitam pela convivência comum de todos na patota.
Eu concordo que tudo parece ser simples. Entretanto, em Gaspar, nem o simples e óbvio parecem exequíveis quando as forças políticas e de poder de plantão assim a querem em seu próprio benefício. Desafiam a lei e criam vantagens para os seus e desigualdades contra os adversários. Também é simples assim! A cidade já percebeu isso, e faz tempo. E é isso que desgasta e parece estar agora trabalhando contra a gestão de Kleber e seus “çabios”.
O caso do futebol de patotas é um exemplo dentre muitos que venho abordando solitariamente nesta coluna há 15 anos, e em qualquer governo de plantão, ressalte-se desde logo para que ninguém diga que estou perseguindo alguém, se não, o erro proposital consagrado. Invoco as administrações de Adilson Luiz Schmitt, MDB, PSB e PP, bem como a petista de Pedro Celso Zuchi para não dizer que só foco na atual.
Ao mesmo em que sou líder de leitura por esse comportamento de colocar o dedo nas feridas, sou perseguido e constrangido formalmente pelos que insistem, ou vivem à margem, ou nas brechas da lei - certa ou errada - a qual, presume-se que quando sancionada pela autoridade competente para tal, deveria servir igualmente a todos.
POR QUE BLUMENAU E CHAPECÓ SÃO DIFERENTES DE GASPAR?
Foi simples assim como você [Fabíola] escreve, por exemplo, aqui do lado em Blumenau, com algo muito semelhante. O Ministério Público interpelou o município na figura do prefeito Mário Hildebrandt, Podemos, que também está em reeleição e pressionado nesses interesses eleitoreiros pelos seus apoiadores e adversários que o querem no vinagre e fragilizado eleitoralmente. É o jogo jogado, infelizmente. E não é algo de Gaspar, Blumenau, Santa Catarina ou Brasil. É o da busca do poder.
O prefeito de Blumenau, um evangélico como o de Gaspar, voltou atrás, rapidamente. E lavou as mãos. Jogou a culpa no já desgastado governador Carlos Moisés da Silva, PSL, o dono do decreto estadual que proibiu a tal prática do futebol de patotas. Um governador, que acaba de ser questionado pelo Ministério Público que o culpa de estar fazendo pouco pela não progressão da pandemia – quando estamos em queda nos números.
O MP diz que Moisés deixou os municípios soltos e tudo teria piorado. Também não vou entrar neste mérito.
O mesmo está acontecendo em Chapecó que liberou o futebol de patotas. E com a pressão da NSC - que esteve bem presente no caso de Blumenau - a Polícia Militar de lá que estava omissa na fiscalização, teve que fazer uma nota pelo Comando Geral, em Florianópolis, dizendo que iria fiscalizar e punir quem desrespeitasse o decreto estadual.
Afinal, a PM serve o governo do Estado dono da lei e está obrigada constitucionalmente a fiscalizá-la neste estado emergencial. A nota oficial pode ter sido até de fachada, mas, institucionalmente, a PM se posicionou a favor da lei maior em vigor e deu os recados aos infratores que inventaram legislações mais permissivas do que a estadual. Simples assim, de novo.
Em Gaspar, a portaria municipal liberando o futebol de patotas com restrições para inglês ver, vale desde o dia 21 de agosto. E ela foi publicado no Diário Oficial dos Municípios – aquele que se esconde na internet e não tem horário para sair – na terça-feira, dia 25, com efeitos retroativos. E por que? Para dar legalidade a quem já tinha usado seus campos no final de semana. Se questionados por alguma autoridade colocaria na conta do município.
Então Fabíola, não se trata de num ato passivo e burocrático alguém incomodado ir à Delegacia de Polícia e fazer um Boletim de Ocorrência. Trata-se de não se legislar naquilo que não tem alçada e no caso, o prefeito de Gaspar; do MP fazer o seu papel em favor da sociedade e da PM fiscalizar lei extraordinária e emergencial edita pelo governador. Simples, assim!
Mais um final de semana foi para o saco envolvido polêmica. Kleber comemora a vitória. Todavia, a polêmica antecede a portaria e foi alimentada pelo presidente da Fundação Municipal de Esportes e Lazer, Roni Muller, um cabo eleitoral plantado propositadamente neste ambiente das patotas.
Advertido pelo colunista especializado do jornal Cruzeiro do Vale, Jerri de Oliveira, sobre a proibição estadual, Roni deu de ombros e disse que peitaria o decreto. E para isso alegou cobertura jurídica para o ato. Então...
A MÍDIA SOB PAUTA
Nem Polícia Militar - cujo superior é um gasparense, Paulo Norberto Koerich, o delgado geral de Polícia Civil e que preside o Conselho Superior de Segurança e Perícia, nem o Ministério Público se manifestaram a respeito – ao menos até sexta-feira a respeito disso tudo.
O silêncio é um aval ao que a lei em vigor proíbe em Santa Catarina. Simples assim, também. Ou não?
E a NSC Blumenau que nos últimos dias fez manchetes estaduais de Gaspar em casos da Covid-19 para assuntos assemelhados em outras praças? Caladinha! E por que? Porque esta não é uma pauta política da assessoria político-eleitoral da prefeitura para a boa imagem do prefeito Kleber Edson Wan Dall, MDB. Simples assim, também!
No sábado, no Jornal do Almoço, por exemplo, não esqueceu de anunciar que o transporte coletivo vai ser retomado Gaspar, um transporte urbano que viveu quase quatro anos sob contrato emergencial, de forma precária, com passagens das mais caras no estado e que nunca foi motivo de pauta na mesma NSC. Sobre o futebol de patotas ao arrepio da lei por aqui, no mesmo noticiário, nada.
Não se trata de ser contra o futebol de patotas. Muito pelo contrário. O meu comentário trata da igualdade em cumprir uma normal legal em vigor. Se é proibido para todos é para 100% e não para 99,9%. Isso é zombaria aos que tiveram que colocar a viola no saco e esperar a boa vontade do governador em mudar a lei, se é que ela vai mudar.
Não fui eu quem inventou esse decreto estadual, nem sei se ele deveria existir, pois não entendo do assunto Covid-19, mas o que está em discussão neste momento é: por que existindo uma lei, quem deveria fiscalizá-la em nome de quem a emanou e da comunidade - pois ela foi criada com esse objetivo, segundo se argumenta, ou seja, com o intuito de proteger a sociedade, se omite? E por que existindo um decreto proibitivo, Gaspar manda bananas para ele na maior cara dura e diante de todos?
Esta pode ser mais uma prova de que o arroto permanente do tal corpo fechado do poder de plantão, é verdadeiro. E se é, é um perigo. E por que? Porque desprotege os mais fracos, os que estão obrigados à lei. Se a lei em vigente descartada, não é fiscalizada ou usada ao seu modo e necessidade pelos mais fortes, sinaliza privilégios.
No fundo, o que está em jogo é uma disputa eleitoral, pois esse ramo do futebol de patotas na verdade além de um negócio, é uma forma de fazer encontros políticos a aprofundarem laços ou compromissos. E isso estava comprometido. Vendo-se ameaçada no contingente de apoiadores que estão nas patotas, Kleber e seus “çabios” resolveram bancar infringir, mais uma vez, a lei. E conseguiram. Também simples, assim!
ALÉM DO AFAGO POLÍTICO, UM NEGÓCIO
Para encerrar. Um parceiro da coluna – e que me pediu para não o identificar – passou-me a seguinte reflexão sobre este tema. Em Gaspar são no mínimo uns 20 espaços para patotas que funcionam como “empresas”, se fossem contados um por bairro. E quem conhece Gaspar sabe que são mais.
Então, imagina que cada um desses lugares tenha em média dois horários reservados por dia. “Uma média muito baixa. Pois sabemos que são muitos horários por dia”, ressalta. “Agora imagina se colocar os cinco dias da semana. Isso mesmo. Estou considerando apenas cinco dias. E sabemos que aos finais de semana tem muito mais jogos”.
Agora xis financeiro, social e político da abrangência da questão: 20 locais x 5 dias = 100 patotas por semana, ou seja, 100 x dois horários por dia= 200. Resultado desse parceiro da coluna: 200 patotas com 20 pessoas entre titulares e reservas além de outros que não estamos considerando = 4 mil.
Agora reflitam diante dos números: o tamanho da exposição à contaminação, quanto dinheiro está envolvido nisso, ou alguém vai me dizer que depois de burlar a lei afrontosamente como se está fazendo, todos vão jogar de máscara, se lambuzar de álcool em gel, não comemorar os gols, não se esbarrarem entre si, não tomar uma gelada e até fazer um churrasquinho de confraternização do lado de fora da sociedade? E é aí que o papo político de campanha rola. Entenderam? Acorda, Gaspar!
O governador contra o aumento de 8,14% da tarifa de energia da Celesc, uma empresa que é do próprio governo e que poderia ter impedido, ou no mínimo, conhecido e negociado com antecedência
A Celesc – uma empresa onde o governo do estado ainda é o seu dono – anunciou um aumento nas tarifas de 8,14% a partir do dia 22 de agosto. Tudo autorizado pela Agência Nacional de Energia Elétrica –ANEEL. E ela só fez isso só depois de analisar detalhadamente as planilhas de custos.
Em tempo de pandemia, não pode repassar custos ou cobrar faturas de entes públicos como se o dinheiro caísse do céu e não dos pesados impostos do povo. Em tempo de pandemia só pode roubar as gordas verbas para tratar a Covid-19 que se abateu sobre milhões de brasileiros e o auxílio emergencial, todos vindos dos nossos pesados impostos.
Mas, em tempo de pandemia, diante dessa mesma crise mundial, o Dólar se valorizou perante o Real e a energia trazida de Itaipu – principal insumo repassado pela Celesc aos seus consumidores daqui – ficou bem mais cara. Entretanto, não pode repassar. E aí começa o samba do crioulo doido.
O Procon berrou em nome dos consumidores. É papel dele. O governador, Carlos Moisés da Silva, PSL, caindo pelas tabelas, não foi capaz de negociar e impedir o aumento da sua empresa estatal, mas foi capaz gastar tempo e dinheiro público para acionar a Procuradoria Geral do Estado e assim tentar barrar na Justiça o aumento desproporcional na Celesc. Incrível!
O que vai acontecer? O comandante Moisés que já está tonto com o impeachment, com a CPI dos respiradores, agora também está rotulado como o que em época de crise econômica foi incapaz de perceber que uma empresa sua estava espetando um aumento de 8,14% nos consumidores de energia.
Tinha tudo para evitar mais este desgaste, não o fez. O que bem demonstra isso? O quanto está mal assessorado ou alienado está no governo do estado sob ameaça de perde-lo sem ainda ter começado a governar de verdade.
E para completar, Carlos Moisés da Silva abriu flancos para os oportunistas. Os deputados estão criticando o citado aumento, inclusive os que são empresários e que não tolerariam que o governo interferisse nos seus negócios para tabelar os preços de suas mercadorias, como Milton Hobbus, PSD.
E para quem mesmo vai o prejuízo se não houver o reajuste daquilo que se compra caro e por demagogia barata se quer vendido mais barato possível? Para o governo do estado. E como o governo do estado não produz dinheiro, o prejuízo da estatal, vai de verdade, para os bolsos dos catarinenses ou para o sucateamento da empresa que tornará precário o fornecimento de energia para o desenvolvimento catarinense. Gente estranha que elegemos e confiamos os destinos no governo do estado e na Assembleia.
Nas Câmaras municipais – em tempo de campanha eleitoral - chovem discursos e moções de repúdio. E Gaspar, não está sendo diferente. Na sessão da semana passada, com tantos problemas locais, o aumento de 8,14% entrou na pauta dos que não querem se incomodar com as coisas locais, pois devem explicações e faz tempo.
E por que? Com a mesma inflação baixa, há três anos, o prefeito Kleber Edson Wan Dall, MDB, espetou um aumento de 40%, repito, 40% na Taxa de Iluminação Pública como forma de encontrar solução ao que se dizia ser precário em nossa cidade.
Sob muita polêmica, a TIP foi aprovada por uma maioria apertada. Aconteceram as melhorias prometidas com o aumento de 40%? Não! Todas as sessões, são discursos, queixas e indicações para que o governo de Kleber melhore a iluminação pública de Gaspar.
Na sessão desta terça-feira, das 17 indicações dos vereadores, 12 delas tratam de algum pedido de melhoria na iluminação pública na cidade. Vergonha.
Não se trata de um ponto fora da curva, mas duas realidades. Um governo fraco deu chances para os aproveitadores e demagogos de plantão, em todos os níveis, armar o discurso aos de memória fraca, inclusive por aqui. E dessa forma, tentam esconder o que se prometeu no passado com o aumento de 40% da TIP e ainda não se cumpriu, como o devido retorno para o pagador dessa taxa. Acorda, Gaspar!
Quando o pupilo faz bem diferente do seu guru é a prova de que o pupilo não aprendeu nada com o guru, o passado e o gesto do presente. Prova que está bem distante da realidade doída para a sociedade.
Osvaldo Schneider, o Paca, ex-prefeito, do MDB histórico de Gaspar, fez sucesso com a penúltima doação comunitária: três terrenos de um loteamento dele para uma live, onde via leilão virtual, ele pretende arrecadar fundos para dar como doação direta a centenas de profissionais da Saúde de Gaspar e Brusque. Aliás, foi em Brusque que esteve internado e se curou da Covid-19.
Enquanto isso, em campanha para a reeleição, o prefeito Kleber Edson Wan Dall, do mesmo MDB de Paca, continua com o seu salário de R$27.356,69 – um dos maiores de Santa Catarina – intacto, enquanto outros fizeram ajustes, mesmo que temporários. Pior. Os que o cercam acham que ele pode ter benefício eleitoral indireto com o gesto humanitário do ex-prefeito. Ai, ai, ai.
Enquanto isso, contrariando o exemplo humanitário do velho líder político gasparense, nesta terça-feira haverá mais uma sessão da Câmara de vereadores. E na pauta não está, mais uma vez, os dois Projetos de Resolução - um que doa 20% ao Fundo Municipal de Saúde por apenas dois meses dos salários dos vereadores e o outro que corta as diárias. Quase cinco meses de silêncio, de todos os 13 vereadores sobre este assunto.
Nada como um dia após o outro para reforçar a credibilidade da coluna que é líder de leitura em Gaspar e Ilhota. Quando anunciei aqui que Demétrius Wolff, um dos líderes da direta em Gaspar estava deixando o DEM, fui brutalmente desmentido, chamado de mentiroso e desonesto. Normal. Estou acostumado.
Repito. Demétrius está desfiliado do DEM e não votará no candidato indicado pela sua ex-legenda. E com Demétrius, uma turma que se identifica com o futuro Aliança pelo Brasil ao seu redor comunga da mesma disposição. Demétrius pretendia até ser candidato a vereador. Não será mais.
A imagem que se quer mudar na marra. O Hospital de Gaspar – que ninguém sabe quem é o dono e está sob marota intervenção municipal - tem má reputação, não é de hoje e não é por causa da coluna. Essa má imagem vem exatamente do mau atendimento já na entrada daquela casa de Saúde e da falta de transparência permanente sobre o que acontece lá, um bem público.
Agora, o Hospital de Gaspar está em campanha para mudar a má imagem via propaganda falsa e processos na Justiça contra quem aponta seus erros. Não pode. E se não pode, tudo vai continuar ruim, inclusive na má imagem. É a tese do ovo e da galinha, ou seja, qual a origem, e a solução do problema.
Quer ver como essa tal percepção coletiva não muda assim de uma hora para a outra e na marra calando os que se lançam às observações óbvias? Um líder comunitário oposicionista vai a óbito. As redes sociais – incontroláveis - se inundam de dúvidas. Pai de um político de no governo de plantão, morre da mesma doença em Hospital fora daqui. As redes sociais – incontroláveis – se inundam ampliando as dúvidas.
Aparentemente eram dois casos diferentes, mas foram tratados como iguais pela população. E quem é o culpado? O Hospital de Gaspar. Ele está olhando só esta coluna ou as redes sociais também?
Se o Hospital vasculhou as redes sociais e não apenas para processar os autores dos comentários, tinha a obrigação de vir a público explicar estas supostas diferenças nos dois casos. Não explicou! Então tomou pau e ampliou a sua má imagem. Isto é percepção. Isto é comunicação! Isto é irresponsabilidade do Hospital com os seus próprios clientes e os pagadores de pesados impostos que sustentam aquela casa feita para restabelecer a saúde à gente pobre, doente e vulnerável.
Sabia-se que a UTI emergencial feita só para casos de Covid-19 estava incompleta. Faltava a hemodiálise. Ou seja, de que para casos complexos eles não poderiam ser tratados lá. Entretanto, a propaganda do belo não permitiu se esclarecer isso e daí as dúvidas, sem o devido esclarecimento. Acorda, Gaspar!
O calcanhar de Aquiles de Kleber Edson Wan Dall, MDB, parece estar nos próprios servidores efetivos. E não está relacionado a nenhum benefício retirado deles, mas o aparelhamento da máquina pública com comissionados e cargos de confiança para a busca de votos. Agora é tarde reverter esse exagero e imprudência aos olhos exigentes do eleitor de hoje.
O clima não está bom. O vereador Ciro André Quintino, MDB, postou na sua rede social um inocente curto vídeo com ele dirigindo. Todos notaram que Ciro estava sem cinto de segurança. Isso, não é normal.
Nas redes sociais todas as artimanhas são expostas. Uma simples foto promocional de pré-campanha do casal Kleber Edson Wan Dall e Leila na mesa própria cozinha, vira motivo de cobrança do eleitor que espera por promessa da campanha de 2016 ainda não cumprida. Isso é normal.
No MDB, está sobrando candidatos a vereador. E tem gente que não admite uma possível “peneira”. Mas, pela quantidade de votos que diz ter para não ficar de fora da disputa, deveria ser candidato a prefeito.
Cada coisa. Desapareceu um refrigerador de um deposito ao lado da Ponte do Vale. Estranho mesmo é a portaria feita para apurar a responsabilidade pelo sumiço do bem público afirmar que a sindicância será presidida Dulcineia Santos da Comissão Permanente de Sindicância. Mas, ela não está licenciada para ser candidata a vereadora?
Saiu na frente. Enquanto uns choram e outros desistem, jovem João Pedro Sansão é pré-candidato a vereador pelo PT de Gaspar. Lançou um a vaquinha eleitoral virtual para na meta arrecadar R$5 mil. Até a sexta-feira, pingaram na conta R$1.488,00. Arruma dinheiro e aparece pelo ineditismo por aqui.
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