07/08/2009
LODAÇAL
Lula, Collor e Calheiros unidos por Sarney. Hum! Collor pagou a mãe de Lurian para dizer que Lula sugeriu abortá-la. Derrotou Lula com este ato baixo, nojento e criminoso próprio de políticos inescrupulosos na busca do poder pelo poder. Collor foi o único presidente da República cassado por falta decoro. Collor quando presidente acusou (várias vezes) o ex (Sarney) de ladrão (marajás). Em 1988, Lula acusou Sarney oito (repito oito), vezes em 43 segundos de incapaz. Renan traiu Collor. Renan desistiu do Senado sob sérias dúvidas. Interrompo a ladainha. É muita lama. Todos são políticos da mesma farinha e do mesmo saco. Ou não? Qual a diferença do PT nisso tudo? Vale tudo para se manter no poder. Uma vergonha. Acorda eleitor, eleitora.
FISCAIS I
Quem disse que os novos vereadores de Gaspar não têm o hábito de fiscalizar? Eu. E errei, redondamente. E, mais uma vez. Veja esta. O requerimento Nº 56/2009 do vereador Antônio Carlos Dalsochio, PT, ao Executivo Municipal, pede informações sobre repasse de recursos à Acig - Associação Empresarial de Gaspar - pela prefeitura nos últimos quatro anos; pede ainda a cópia da prestação de contas do convênio firmado entre ACIG/PROE/PMG nos exercícios de 2006, 2007 e 2008, ou nos períodos que os mesmos efetivamente ocorreram".
FISCAIS II
Dalsóchio é cunhado do prefeito Pedro Celso Zuchi, PT, e influente na administração. Isto é um jogo de cena e uma retaliação. A Acig não se deixou aparelhar pelo PT e nem por outro partido (como se fosse uma associação de bairro); não cedeu o nome para pedidos de verbas; bancou a reabertura do novo hospital, foi atrás do Ifet, lidera a busca da nova Ponte e do Anel de Contorno. Tudo com outras entidades e clubes de serviço. Tem credibilidade. Recentemente, a Acig questionou procedimentos da secretaria de Turismo, Indústria e Comércio e seu secretário Rodrigo Fontes Schramm, PT, bem como o favorecimento da secretaria à Ampe - Associação das Médias e Pequenas Empresas - a qual recebeu recursos municipais para "custear" a participação numa feira.
FISCAIS III
Rodrigo já foi tesoureiro da Acig e seu escritório continua fazendo a contabilidade dela. Isenção profissional da Acig. Já Rodrigo conhece os dados da Acig e deveria estar sob o manto ético. Rodrigo queria aparelhar o hospital com os cumpanheiros. E era contra a modernização dele nos moldes que está sendo feito para ser aberto à população. Chegou ir até a Rádio Sentinela convocar conselheiros numa provocação à decisão da própria entidade. Saiu da Acig. Foi para Ampe. Lá é tesoureiro. E como tal, pediu e viu liberado pela Câmara, recursos para a sua própria entidade. Agiu em causa própria e isso pode gerar problemas administrativos. A Acig pediu explicações, pois segundo ela, ela nunca foi beneficiada. Pelo contrário, até pagou projetos que seriam do poder público como o da nova Ponte, foi atrás de dinheiro para o Hospital etc. Com o CDL, Rodrigo fez uma parceria e pediu em Brasília, recursos de R$247 mil e R$340 mil para o Festiver e o Natal. Eles ainda não chegaram. O PT está descontente. Estimula uma chapa de Oposição na Acig.
FISCAIS IV
O procedimento de Dalsóchio não pode ser questionado. Ele está certo. E é bom para os gasparenses, os políticos e à própria Acig que tudo fique claro a partir dos dados da atual administração municipal. O caráter da retaliação, da patrulha, do revanchismo, da desmoralização e da intimidação está no fato de se pedir informações (repito, possíveis e corretas) para esta administração de dados e da responsabilidade da anterior, quando Dalsóchio nem vereador era, e como cidadão teve a oportunidade de pedir e não o fez. O gesto é revelador. Como é revelador o presidente da Ampe insistir em ser agora sócio da Acig.
FISCAIS V
Pela moralidade, a resposta deve vir completa, rápida e exposta para todos os gasparenses. Por derradeiro: quando Gaspar vai pensar grande e construir um futuro diferenciado, integrado e sem futricas de quintais? Perguntar não ofende: quando os vereadores vão fiscalizar (papel constitucional e regimental) a atual administração? Acorda Gaspar.
PELO EMPREGO
Os vereadores José Amarildo Rampelotti, PT e Raul Schiller, PMDB, ambos funcionários da Celesc, estão unidos. Eles apresentaram a moção 20/2009 na Câmara de Gaspar. Ela é em causa própria e é para salvar os seus próprios empregos e se manter na máquina de caçar votos. A moção é pela não privatização da Celesc. Estão com medo? De que?
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