15/09/2009
GUINCHO
Tem gente que está mesmo pensando em mudar de ramo. Vai se especializar em guinchar carros para o Município. E para isso já está montado até uma empresa para participar de uma concorrência pública. Eu, heim!
REUNIÃO DO PT
O diretório de Gaspar fez uma reunião no sábado a noite. O esquenta começou no meio-dia na Santa Clara. O encontro da noite foi concorrido. Os assuntos também. Esta coluna foi um tema recorrente oficiosamente. Em breve, será oficial.
DORMINDO
Esse pessoal não se emenda mesmo. Está na Câmara o Projeto de Lei 64/2009 assinado pelo prefeito Pedro Celso Zuchi, PT, que autoriza o parcelamento das dívidas com o Ministério da Fazenda e a secretaria da Receita Federal. Algo em torno de R$700 mil. As dívidas levantadas e que agora precisam ser parceladas, vêm desde2007 quando o RAT (Risco de Acidentes do Trabalho) mudou de um para dois por cento sobre a folha, mas a tal mudança não foi aplicada. Um erro. E não se trata de troca de pessoas no gerenciamento da folha: as diretoras da época, Raquel da Cunha Quadros e Viviane Wehmuth, continuam lá.
LIXO I
Vence hoje, dia 15, à meia noite, o contrato provisório do recolhimento do lixo da nossa cidade. Ele foi várias vezes emergencialmente prolongado. Este assunto se arrasta desde o início do governo de Pedro Celso Zuchi e Mariluci Deschamps Rosa, ambos do PT e do Samusa, de Lovídio Bertoldi, presidente do partido e que também gerencia o lixo. De concreto, só uma balança nova para pesar o lixo numa tentativa de mudar à forma de remuneração do contrato com a Recicle, e que não obteve sucesso. O contrato provisório está vencido desde 27 de agosto e por ele estava se pagando R$187,5 mil por mês. Ela queria algo em torno R$206 mil mensal por um contrato emergencial de seis meses. Não deu certo.
LIXO II
Este assunto está nebuloso desde os primeiros dias da atual administração. Quem vai assumir agora é uma empresa chamada Reciclar (parecida com Recicle, não é!). Ela é dirigida por Arnaldo Muller e fica na Rua Fernando Krauss, no Gaspar Mirim. O lixo recolhido em Gaspar será depositado no aterro de Timbó e que pertence ao Consórcio Intermunicipal do Médio Vale. O lixo hospitalar dos postos de saúde e do Car será contratado e pago, separadamente, pela secretaria da Saúde e não pelo Samusa como vinha sendo feito até hoje. Acorda Gaspar.
MURO DA DISCÓRDIA
Agora há uma mobilização política dos moradores da pequena Rua Cecília Joanna Schneider Krauss para que o muro da vergonha não seja derrubado. Três coisas chamam a atenção neste assunto: tem gente que não mora na rua e diz que assinou o abaixo-assinado; tem gente que não mora na rua e saiu por ai entregando o documento na Câmara e imprensa; e a reafirmação no argumento do privilégio, ou seja, de que reaberta a rua, os moradores ficarão à mercê de bandidos. Se é por causa disso, então vamos fechar todas as ruas de Gaspar e não apenas a Cecília Krauss . Acorda Gaspar.
TROCA DE FAVORES
Está no forno e no maior silêncio. A Câmara vai criar cargos de assessores para cada um dos dez vereadores. Os gastos diretos e indiretos com esta ideia deverão ser altos. Pouco se fala sobre este assunto. Estima-se R$1,5 milhão por quatro anos aos cofres municipais. Em troca, vem ai uma reforma administrativa no Executivo com mais cargos para serem aparelhados. E ai os vereadores devolvem o favor. O prefeito Pedro Celso Zuchi, PT, e o presidente da Câmara, José Hilário Melato, PP, estão super-afinados neste assunto. Acorda Gaspar.
INTERDITO I
A nossa cidade precisa de ruas abertas, de mais ruas e neste caso especificamente, houve uma mudança indevida, uma esperteza numa lei quando ela tramitou na Câmara. Houve um crime, que precisa ser tipificado e o seu autor, apontado e julgado. Uma Ação Direta de Constitucionalidade resolveria este impasse técnico e moral. Agora está se tentando desmoralizar a unanimidade dos vereadores que reconheceram, por intermédio da assessoria, que algo de errado foi feito no passado. Esta polêmica só surgiu pela pressão e manobra de bastidores, de gente que conhece as entranhas do Direito e das Leis. O Município, por meio do seu procurador Mário Wilson da Cruz Mesquita, fez um acordo num Interdito Proibitório que dele não abrangia o dito muro.
INTERDITO II
A figura jurídica do Interdito Proibitório parece ser a especialidade do procurador Mário Mesquita. No caso da greve dos ônibus, na intenção de evitá-la, no dia 14 de agosto ele entrou com um Interdito para que a greve não fosse feita nos pontos de ônibus e no terminal (No resto podia?). A Justiça estadual se julgou incompetente para apreciar o pedido. A competência era da Justiça do Trabalho. Parece óbvio, ou não?
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