31/03/2017
A América do Sul abriga um dos maiores mordedores do mundo: a Piranha. Um peixe pequeno de água doce, com muitos dentes afiados e uma mandíbula super forte, é temido pela sua capacidade de dilacerar carnes.
A palavra ‘piranha’ é derivada da linguagem dos índios Tupis, nativos do Brasil. Ela é a junção da palavra tupi pira, ou ‘peixe’; e ranha, que significa ‘dente’.
Grande parte desses peixes vive em cardumes e habitam os rios e lagos. No Brasil, a maior parte da população de piranhas se concentra na região central do Brasil, nos rios do Pantanal mato-grossense e na área amazônica.
As piranhas são os peixes mais ferozes do mundo. Os tubarões ou até mesmo as barracudas costumam atacar coisas menores do que eles, mas as piranhas atacam coisas muito maiores do que elas mesmas. Podem arrancar inclusive um dedo de uma mão que descuidadamente passou pela água.
O sangue na água deixa elas agitadas e ele pode ser sentido de longe, por isso é preciso ter cuidado ao entrar em águas onde esses peixinhos vivem. Elas rasgam aves selvagens feridas em pedaços e atacam os peixes grandes quando eles ficam exaustos ao lutar depois de serem fisgados.
As tribos indígenas da Amazônia utilizam-se dos dentes afiados das piranhas, para confecção de pontas de flechas. Por se um peixe que está sempre à procura de carne, a piranha é muito fácil de ser capturada. Pescadores, quando querem capturar piranhas, colocam pedaços de carne com sangue na água, que é o principal atrativo para elas.
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