A Câmara de Vereadores entrou em recesso neste mês de julho. Durante 30 dias não estão agendadas sessões, porém, os trabalhos administrativos continuam e os vereadores garantem que, mesmo sem obrigação, continuam cumprindo agenda na Câmara e se reunindo com as comissões.
O recesso legislativo sempre foi alvo de polêmicas em todo o país, em Gaspar as sessões extraordinárias, agendadas para votar projetos de última hora ou de extrema urgência, não são remuneradas, mas por muito tempo foram.
Esta já pode ser considerada uma vitória na cidade, porém, vitória mesmo seria se o recesso fosse extinto. Para que parar se nenhuma empresa para de trabalhar no mês de julho? As cidade continua a funcionar em pleno vapor em julho e enquanto isso os vereadores descansam? Projetos precisam ser aprovados, e para isso precisam ser votados pelos vereadores, que se escondem atrás da desculpa de que, se precisar, fazem sessões extraordinárias. Se podem estar presentes nas extraordinárias por que não manter as sessões normalmente?
Esta aí uma questão a ser revista no sistema legislativo de Gaspar e de todo o país.
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